Portugal é o país mais representado na feira Constroi-Angola 2009

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2009-10-16
Feiras e Exposições

 

A Feira Internacional de Construção, Obras Públicas e Materiais "Constrói Angola-2009", abriu ontem em Luanda com a participação de mais de 300 empresas nacionais e estrangeiras, portuguesas na sua maioria.Nesta sétima edição da "Constrói Angola-2009", que decorre entre os dias 15 e 18, participam 124 empresas de Portugal, 18 do Brasil, 14 da China, três de Espanha e, com uma cada, Itália, Alemanha e África do Sul.

O vice-ministro da Indústria de Angola, Kiala Gabriel, procedeu à abertura da feira, tendo agradecido a iniciativa e pedido às empresas para investirem no país, que atravessa uma fase de reconstrução nacional.

"É uma iniciativa que vem ajudar o Governo angolano na sua iniciativa de construção, sobretudo porque construir um milhão de casas(promessa feita pelo Presidente José Eduardo dos Santos para a actual legislatura que termina em 2012) não é apenas tarefa do Governo, mas de toda a sociedade, incluindo os estrangeiros aqui representados na feira", disse o vice-ministro.

A disposição decorre num espaço de 11.116 metros quadrados de área coberta, além do espaço exterior onde, este ano, estão expostas casas pré-fabricadas, o novo atractivo do evento.

Na edição anterior, participaram 253 empresas nacionais e estrangeiras, que expuseram os seus produtos em dois pavilhões, num espaço de 10 mil metros quadrados.

As inovações tecnológicas e "design" das empresas portuguesas do ramo de Construção Civil e Imobiliário, estão expostas desde ontem na Feira Internacional de Luanda, ´FIL´, evento que Portugal participa com 38 empresas.

Jorge de Oliveira, director da Feira Internacional de Lisboa, que se encontra em Angola no âmbito da Constrói-Angola, apontou à Lusa que um dos objectivos passa por "estimular as empresas portuguesas a desenvolverem parcerias e acções conjuntas no mercado com empresas angolanas."

Actualmente este sector regista um défice tendo em conta que a procura é maior que a oferta, e, de acordo com Jorge Oliveira, "prevê-se que as empresas portugueses possam fazer bons negócios.

Fonte: Construir




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